Parceiros – Identidade visual: seu kit de marca e o de cada cliente

Identidade visual define o que os seus clientes veem: seu logo, nome do produto e cores, aplicados a quem não definiu os seus próprios.

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Written By Anderson TorresLast updated 14 minutes ago

Identidade visual define o que os seus clientes veem: seu logo, nome do produto e cores, aplicados a quem não definiu os seus próprios.

É o recurso que permite entregar a plataforma como parte do seu serviço, e não como uma ferramenta de terceiros.

O seu kit de marca

Na sua conta, o Kit de marca reúne:

Campo

O que ele muda

Logo

A marca exibida na plataforma

Nome do produto

O nome que substitui o padrão

Cor primária e Cor secundária

As cores da interface

🖼️ Imagem: kit de marca da sua conta.

Como a herança funciona

Este é o mecanismo central, e ele é mais preciso do que parece. A tela informa: os clientes que você gerencia herdam cada um destes campos individualmente, e o que o cliente definir por conta própria tem precedência.

Duas palavras merecem destaque.

Individualmente, ou seja, campo por campo. Um cliente pode ter o logo dele e as suas cores, sem que seja tudo ou nada.

Precedência do cliente, ou seja, quando o cliente define algo, aquilo vale. A sua marca é o padrão, e não uma imposição.

A ordem é sempre a mesma, por campo: o que o cliente definiu, senão o que você definiu, senão o padrão da plataforma.

Ajustar a marca de um cliente específico

Na página do cliente há a identidade visual daquele cliente, com a mesma lógica explicada na tela: deixe um campo vazio para herdá-lo do seu kit de marca, e o que for definido ali substitui o seu apenas para aquele cliente.

Os campos herdados aparecem com a indicação de que o valor vem do seu kit de marca, o que facilita ver de onde cada coisa está vindo.

Isso resolve o caso comum: um cliente com identidade visual forte, que quer o próprio logo, dentro de uma carteira que no restante usa a sua.

O logo tem uma regra própria, e vale entender

A tela é explícita: o logo é enviado pelo próprio cliente nas configurações dele e, até então, herda o seu. Ele não pode ser enviado a partir daqui.

E ela dá a razão, que é técnica e correta: os envios pertencem à conta que envia, então um arquivo enviado por você não pertenceria àquele cliente.

A implicação prática, e vale combinar isso com o cliente desde o começo:

Você não sobe o logo do cliente para ele. Nem entrando no ambiente dele.

Se o cliente quer o logo próprio, alguém com acesso de administrador lá precisa enviá-lo nas configurações de marca daquele cliente.

Até que isso aconteça, o cliente vê o seu logo, que é o comportamento desejado na maioria dos casos.

Vale antecipar isso na implantação. É a solicitação que aparece na primeira semana, e a resposta "não é possível fazer por você" soa como limitação quando chega de surpresa, e como processo quando foi combinada antes.

O que as cores mudam, e o que elas não mudam

Aqui existe uma expectativa que costuma se frustrar, e a plataforma avisa com clareza: as cores personalizam o Trust Center e o portal Member Hub, e não são aplicadas aos documentos gerados.

Documentos têm identidade própria, textual, com texto de cabeçalho, texto de rodapé, aviso de confidencialidade, direitos autorais e isenção de responsabilidade, configurados numa aba separada e com pré-visualização.

Ou seja: colorir a interface não colore os PDFs. Se o objetivo é que os documentos entregues carreguem a identidade certa, o trabalho é na aba de documentos, e é textual.

Vale notar que essa configuração de documentos é feita por cliente, no ambiente de cada um, e é onde deve constar o nome e os dados do cliente, e não os seus: um PDF de política que traz o nome da sua consultoria no rodapé, e não o da empresa auditada, é um problema para o cliente na auditoria.

Uma recomendação sobre o nome do produto

O nome do produto é o campo com maior efeito percebido, e o que merece mais reflexão comercial.

Definir o seu nome entrega uma plataforma que parece sua. Isso fortalece o seu serviço, e cria uma dependência de expectativa: o cliente atribui a você tanto o que funciona bem quanto o que não funciona.

Não há resposta única, e vale decidir com intenção, e não por padrão. Duas perguntas ajudam:

O seu diferencial é a metodologia ou a ferramenta? Se é a metodologia, marca própria reforça o pacote.

O cliente vai comparar preço com a ferramenta avulsa? Se sim, a marca própria dificulta essa comparação, o que pode ser exatamente o que você quer.

O que fica de fora do white-label

Vale ser direto sobre um ponto, porque ele é de princípio e não de configuração.

O Trust Center do cliente é do cliente. Ele é a página pública que a empresa apresenta ao mercado, e a identidade dela é que deve aparecer ali. O Trust Center tem configurações próprias de marca, com nome da empresa, que se sobrepõem ao kit de marca justamente por isso.

Então o white-label alcança a experiência dentro da plataforma, e não a vitrine pública do cliente. Vale explicar essa distinção quando o assunto aparece em conversa comercial: ela é uma decisão de produto, e ela protege o seu cliente.

Quem pode editar

A configuração de marca exige permissão específica. Na conta de um cliente, a plataforma informa que apenas administradores da organização podem editar a marca.

Isso vale nos dois níveis: a sua equipe precisa da permissão adequada para mexer no seu kit de marca, e no de um cliente.

Quando o logo é enviado, seja por você na sua conta, seja pelo cliente na dele, valem as orientações da tela: PNG ou SVG transparente, formato horizontal, com proporção aproximada de 4 para 1, no mínimo 400 pixels de largura, e no máximo 2 MB.

A plataforma recusa tipos de arquivo não suportados e arquivos grandes, e avisa quando a imagem é pequena e pode ficar desfocada.

Vale respeitar o formato horizontal: a marca é exibida em espaços largos e baixos, e um logo quadrado ou vertical fica pequeno demais para ser reconhecido.

🖼️ Imagem: identidade visual de um cliente, com campos herdados.

Problemas comuns

Não foi possível carregar as configurações de marca. Falha momentânea. Recarregue.

Apenas administradores da organização podem editar a marca. Falta permissão.

Não consigo enviar o logo do cliente. Correto, e é deliberado. O envio precisa ser feito por alguém do próprio cliente.

Alterei as cores e os documentos não mudaram. As cores não se aplicam aos documentos gerados. Use a aba de documentos.

O cliente continua vendo o meu logo. Ele não definiu um próprio. É o comportamento esperado da herança.

Um cliente tem uma cor errada. Confira se ele definiu a cor por conta própria: o que o cliente define tem precedência sobre o seu kit.

O logo ficou desfocado. Envie uma imagem com pelo menos 400 pixels de largura.

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