Emitir o relatório
O relatório é a entrega. Ele reúne, em um documento só, o que a análise mediu, o que encontrou em cada requisito e o plano para fechar as lacunas — pronto para ir a uma diretoria, a um cliente ou a u…
O relatório é a entrega. Ele reúne, em um documento só, o que a análise mediu, o que encontrou em cada requisito e o plano para fechar as lacunas — pronto para ir a uma diretoria, a um cliente ou a um consultor externo.
Fica na aba Relatórios da análise, no botão Emitir relatório.
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Antes de emitir: metodologia e comentário
Na aba Resumo há dois campos que o relatório imprime como abertura, e que o cliente lê:
- Metodologia — como a avaliação foi conduzida: entrevistas, amostragem, documentos revisados, período coberto.
- Comentário do avaliador — a sua leitura geral do resultado.
Uma análise de gaps sem método declarado é opinião. É o método que a torna defensável — e, para quem presta o serviço, é o que a torna cobrável. Vale os dez minutos.
O que o relatório contém
Seção | O que traz |
|---|---|
Capa | Organização avaliada, norma, conduzida por, data de referência, versão |
Escopo declarado | O limite da avaliação e a regra de escopo aplicada |
Prontidão e maturidade | Os índices, com quantos requisitos foram avaliados |
Requisitos obrigatórios em aberto | O contador que interessa a quem vai auditar |
Metodologia e comentário | O texto que você escreveu |
Procedência dos números | Quantas respostas aceitaram uma sugestão e quantas foram digitadas |
Resumo por domínio | Onde a distância está concentrada |
Achados | Requisito por requisito: nível, achado, como foi apurado, esforço |
Exclusões de escopo | Cada requisito tirado do escopo, com a justificativa |
Plano de remediação | As ondas, as frentes e a prontidão projetada de cada onda |
A seção de procedência existe por um motivo específico: ela deixa registrado que nenhum número do relatório foi escrito por automação. Toda resposta que entra na prontidão passou por uma pessoa.
E o relatório diz, na primeira página, que não é parecer de certificação — só um organismo certificador acreditado afirma isso.
PDF e DOCX
A geração roda em segundo plano e passa por três situações: Na fila → Gerando → Pronto. Quando fica pronta, a linha oferece dois botões de download:
- PDF — o documento final, para entregar.
- DOCX — o mesmo conteúdo em Word, para quem precisa editar: acrescentar um capítulo, aplicar o timbre da consultoria, mesclar com outro relatório.
Se aparecer Falhou, emita de novo. Nada da análise foi perdido — a falha é da geração do arquivo, não dos dados.
Versões e o que fica congelado
Cada emissão cria uma versão nova, numerada, com a data de emissão e a data de referência. A versão anterior continua disponível e o relatório novo declara qual versão ele substitui.
Cada relatório congela um retrato da análise no momento da emissão. Depois de emitido, ele não muda mais:
- Reabrir a análise e corrigir respostas — não altera o relatório emitido.
- Editar a metodologia ou o comentário — não altera o relatório emitido.
- Trocar o logotipo ou a identidade visual — não altera o relatório emitido.
Tudo isso vale para a próxima versão. É o que torna o documento confiável: o PDF que o cliente recebeu em agosto continua dizendo em dezembro exatamente o que dizia.
Por consequência, uma análise que já tem relatório emitido não pode mais ser excluída — só arquivada.
Por onde continuar
- Para corrigir algo antes de reemitir: Análise de Gaps – Avaliar os requisitos.
- Para montar o plano que vai junto no relatório: Análise de Gaps – O plano de remediação.
- Para entender os índices impressos: Análise de Gaps – O que é e como a prontidão é calculada.
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